sábado, 30 de outubro de 2010

Hoje, agora,

(…) porque sabes o inominável. e continuarás, sempre comigo, escapando de nomes que não te dizem,continuarás abolindo a distância dos anos e do tempo. Ao morrer, sonharás que estas viva. E quem poderá dizer se, morta, sonharás que vives ainda, ou se, vivendo ainda, apenas sonharás que morreste? Hoje, agora, existes em mim, estás linda dentro do meu coração.

Peixoto, José Luís, in cemitério de pianos

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